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21 de janeiro de 2015

Os carrascos do IO - nº 1

car·ras·co 1
([Belchior Nunes] Carrasco, antropónimo [carrasco de Lisboa, antes do século XV])

substantivo masculino

1. Executor de castigos corporais ou da pena de morte.

2. [Figurado]  Pessoa cruel. = TIRANO


Sinónimo Geral: ALGOZ, VERDUGO

"carrasco", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/DLPO/carrasco [consultado em 21-01-2015].
car·ras·co 1
([Belchior Nunes] Carrasco, antropónimo [carrasco de Lisboa, antes do século XV])

substantivo masculino

1. Executor de castigos corporais ou da pena de morte.

2. [Figurado]  Pessoa cruel. = TIRANO


Sinónimo Geral: ALGOZ, VERDUGO

"carrasco", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/DLPO/carrasco [consultado em 21-01-2015].
ar·ras·co 1
([Belchior Nunes] Carrasco, antropónimo [carrasco de Lisboa, antes do século XV])

substantivo masculino

1. Executor de castigos corporais ou da pena de morte.

2. [Figurado]  Pessoa cruel. = TIRANO


Sinónimo Geral: ALGOZ, VERDUGO

"carrasco", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/DLPO/carrasco [consultado em 21-01-2015carrasco (2)
carrasco
car.ras.co [kɐˈʀaʃku]
nome masculino
1. executor da pena de morte; algoz
2. figurado homem cruel


car·ras·co 1
([Belchior Nunes] Carrasco, antropónimo [carrasco de Lisboa, antes do século XV])

substantivo masculino

1. Executor de castigos corporais ou da pena de morte.

2. [Figurado]  Pessoa cruel. = TIRANO


Sinónimo Geral: ALGOZ, VERDUGO

"carrasco", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/DLPO/carrasco [consultado em 21-01-2015].
car·ras·co 1
([Belchior Nunes] Carrasco, antropónimo [carrasco de Lisboa, antes do século XV])

substantivo masculino

1. Executor de castigos corporais ou da pena de morte.

2. [Figurado]  Pessoa cruel. = TIRANO


Sinónimo Geral: ALGOZ, VERDUGO

"carrasco", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/DLPO/carrasco [consultado em 21-01-2015].

Foi a mão do ministro Aguiar Branco que assinou o despacho que manda extinguir o Instituto de Odivelas. É, por isso, o carrasco nº 1.

Nunca quis ouvir as partes interessadas, nomeadamente alunas, antigas alunas, pais e familiares das alunas, população de Odivelas, etc.

Está bem informado sobre o fracasso da sua decisão, mas continua a divulgar que esta reestruturação está a ser um sucesso.

Até hoje, nunca se deu ao trabalho de explicar quais são os motivos que estão por detrás desta decisão.

O seu lugar de carrasco nº 1 explica-se por si próprio.

20 de janeiro de 2015

Mentira!



Quando, em Março de 2013, o Ministro Aguiar Branco assinou um despacho determinando extinguir o Instituto de Odivelas para "...potenciar o Colégio Militar como um estabelecimento militar de ensino regular de excelência...", a razão invocada para essa decisão foram os elevados custos de funcionamento.
Mentira!   
Nunca foram referidos os custos individuais do Instituto de Odivelas, falou-se sempre em custos dos três EMEs. Rapidamente demonstrámos que a questão dos custos era uma falsa questão: o Instituto de Odivelas paga-se a si próprio, todos os anos devolve ao MDN parte do seu orçamento operacional e conserva um monumento do Séc. XIII sem qualquer ajuda financeira adicional.


A versão seguinte veio pela boca da Secretária Berta Cabral, revelando uma das obsessões deste MDN: estavam a fazer história, acabando com a discriminação de género nos EMEs. 
Mentira! 
A entrada de raparigas no Colégio Militar não justifica a extinção do Instituto de Odivelas. Todas as especialistas em assuntos de género (incluindo a consultora da ONU recentemente galardoada pela CIG, Regina Tavares da Silva) referem que está a ser cometida uma tremenda discriminação contra as raparigas, alunas e antigas alunas. Discriminação é precisamente aquilo que o MDN está a fazer, obrigando as raparigas a frequentar uma escola de rapazes. Seria impensável mandar os rapazes para Odivelas, vestidos com a farda das alunas, a cumprir os rituais das alunas. Fazer o inverso é discriminação.


Na falta de mais argumentos e para tornar a decisão irreversível, a secretária Berta Cabral apressou-se a publicar um concurso para a construção do internato feminino no campus do CM. Parece que com tanta pressa que chegou a propôr atropelar alguns prazos legais. O projecto da obra ninguém o conhece, a transparência do concurso e da adjudicação, feitos à pressa - para fazer história! - nunca foram tornados públicos, apesar de a obra ser pública e paga com dinheiros públicos. O MDN fez constar que a obra, inicialmente prevista para mais de 6,5 milhões, num gesto histórico de brilhante gestão das finaças públicas, iria ficar por meros 2,2 milhões.  
Mentira! 
No passado dia 15 de Janeiro, debaixo de uma chuva torrencial que não o demoveu do firme propósito de "fazer história", o ministro Aguiar e a secretária Berta estiveram no CM a "oficializar" a obra e, sem supresas, afinal o valor da obra vai ser acima dos 4,5 milhões!


Na mesma ocasião o MDN anunciou que o CM vai poder acolher alunas internas já no próximo ano lectivo. 
Mentira!  
A pressa justifica-se pela aproximação das eleições e pelo início das inscrições para o próximo ano lectivo. Mas o CM, que tem sido tão diligente a cumprir todas as ordens do ministro, não está muito confiante, e abriu as pré-inscrições condicionadas para o internato feminino.


O MDN fez também constar, através do DN, que pretende devolver o mosteiro à população de Odivelas. 
Mentira! 
A Presidente da Câmara de Odivelas, Susana Amador, declarou à TVI desconhecer este plano.


E assim continuamos, de mentira em mentira, sem que alguém (nomeadamente as chefias militares) coloque um travão ao MDN e ao disparate que ele pretende fazer. Continuamos sem saber qual é a razão para a extinção do Instituto de Odivelas, a melhor e mais barata das três escolas sob tutela do Exército. A falta de transparência de todo o processo, as mentiras transmitidas através dos órgãos de comunicação social, a falta de rigor, de moral e de ética, levam-nos a acreditar que o MDN tem já uma negociata qualquer apalavrada com "alguém" que irá ficar com as instalações do Instituto de Odivelas.

A seu tempo saberemos a verdade!

115º aniversário

Com a dignidade, o brio e o orgulho habituais, no dia 18 de Janeiro de 2015 as alunas do Instituto de Odivelas desfilaram pelas ruas de Odivelas. As antigas alunas presentes, mais de 500, também desfilaram, a seguir ao batalhão colegial. No final do desfile, no Largo D. Dinis, as cerimónias foram encerradas com o tradicional grito, lema do Instituto, "Cada Vez Mais Alto".

Clique para ver os filmes:


18 de janeiro de 2015

Desfile do IO 2015

No dia 18 de janeiro de 2015, e integrado nas Comemorações do 115.º Aniversário do Instituto de Odivelas – Infante D. Afonso, realizou-se o Desfile do Batalhão de Alunas pelas ruas da cidade de Odivelas.
No ponto de continência, no Parque do Rio da Costa, estiveram o Diretor de Educação, Major-General Fernando Cóias Ferreira, a Presidente da Câmara Municipal de Odivelas, Dr.ª Susana Amador e o Diretor do Instituto de Odivelas, Coronel António Nisa Pato acompanhados de outras Entidades Convidadas.

 




14 de janeiro de 2015

115 anos


115º Aniversário do IO

No dia 14 de Janeiro celebrou a cerimónia dos 115 anos de vida do Instituto de Odivelas. Um momento solene, na Igreja do Mosteiro de S.Dinis, que serviu para mais um alerta dos responsáveis do Instituto e das alunas, antigas e atuais, contra as intenções do atual Governo em encerrar uma instituição que tanto tem dado ao pais, através do seu ensino e formação cívica de excelência.
Nesta data festiva, esteve presente o Chefe de Estado Maior do Exército, o General, Carlos Jerónimo e, também, Joaquina Cadete, em representação das antigas alunas do IO. Tanto ela como o Diretor do Instituto de Odivelas, o Coronel Nisa Pato, manifestaram, nas suas intervenções, mágoa pela decisão do Governo, tendo o responsável maior pelo IO, lamentado que o Ministro da Defesa não tenha ainda visitado a Instituição que decidiu encerrar. 
Desde a primeira hora a Câmara de Odivelas, e em particular a sua Presidente, mantém-se na primeira linha da frente de batalha contra a decisão do Governo que em muito prejudica o Concelho e empobrece o país.




12 de janeiro de 2015

Património

Através do Diário de Notícias, o MDN fez saber que a sua intenção é devolver o Mosteiro de S. Dinis à população de Odivelas (aqui).

O Mosteiro de S. Dinis, fundado em 1294, é património nacional e contém dois túmulos: D. Dinis, rei de Portugal, e D. Maria Afonso, sua filha.

Actualmente as instalações do Instituto de Odivelas (a parte histórica e a parte mais recente) são integralmente conservadas e mantidas pelas mensalidade pagas pelas alunas. Não há despesas extra  para o erário público. Não há intervenções da Parque Escolar. Não há grafittis nas paredes. Não há lixo no chão. A Câmara de Odivelas e a Direcção Geral do Património Cultural não gastam nenhum cêntimo na manutenção deste património do séc. XIII.

Apesar de não acreditarmos na intenção do MDN (intenção essa que apenas foi comunicada ao jornalista Freire), deixamos alguns exemplos de outros mosteiros que "foram devolvidos à população". Há dezenas deles em todo o país. Esperemos que não seja este o futuro das instalações do Instituto de Odivelas.

Convento de Santo António da Castanheira (Vila Franca de Xira) - Mandado construir por D. João I, por volta de 1400. Foi aqui que a Rainha D. Leonor recebeu Cristóvão Colombo:



Mosteiro de Santa Maria de Seiça (Figueira da Foz) - Construído no séc. XII, depois da extinção das ordens religiosas foi vendido a particulares que o transformaram numa fábrica de descasque de arroz. Em 2004 "foi devolvido à população":



Convento de S. Bento de Cástris (Évora) - Mosteiro feminino da ordem de Cister fundado em 1274 e classificado como Monumento Nacional. Com a morte da última freira, passou para o estado. Foi cedido gratuitamente à Casa Pia de Évora até 2005, data em que foi "devolvido à população":