O Governo em funções, através do seu Ministro da Defesa – seguramente um dos piores ministros desde que o cargo foi criado, em 1950 – decidiu encerrar o Instituto de Odivelas, escola notável, centenária e de excelência.
Blog pela manutenção do "Instituto de Odivelas" (IO) como uma Escola de Excelência. A missão do IO é ministrar os cursos de ensino básico e secundário destinados a filhas de militares e civis, em regime de internato e externato, e assegurar a formação militar de base. O IO possui um projecto educativo com oferta alargada, com separação de género, em ambiente escola-família. O IO educa numa cultura de lealdade, coragem, honra, respeito, rigor, exigência e excelência.
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1 de setembro de 2015
31 de agosto de 2015
Dos fracos não reza a história.
"Depois de vicissitudes várias, em que altos e baixos se enxergam, no quinquagésimo aniversário da sua existência efectiva ressurge o Instituto de Odivelas, remodelado nas suas instalações, reintegrado no seu espírito aquecido pela chama de Deus. A testemunhar que também em Portugal e sob a égide do Estado podem constituir-se e perdurar instituições exemplares de formação patriótica e de educação cristã."
27 de agosto de 2015
Colégio Militar em Angola
Depois de destruir com grande afinco a melhor das escolas militares portuguesas, o Instituto de Odivelas, Berta Cabral deslocou-se a Angola para uma reunião de trabalho para discutir, entre outros assuntos, a criação de um Colégio Militar em Luanda, o primeiro de vários que as autoridades angolanas pretendem instalar pelo país.
Em 2010, já tinha ocorrido uma recolha de fundos por parte de alunos, pais e professores do Colégio Militar para a construção de um Colégio Militar em Angola.
Em 2010, já tinha ocorrido uma recolha de fundos por parte de alunos, pais e professores do Colégio Militar para a construção de um Colégio Militar em Angola.
3 de agosto de 2015
Salazar e o acidente no Forte de Santo António da Barra
Há
47 anos atrás, no dia 3 de Agosto de 1968, Salazar teve um acidente no Forte de
Santo António da Barra, em S. João do Estoril, que o afastou do poder.
Dizem testemunhos da época que o Presidente do Conselho pedia autorização à então Directora do Instituto de Odivelas (IO), Dr.ª Deolinda Santos, para poder estar no edifício secular e que desde início do século XX foi a Casa de Férias do IO (de acordo com painel de azulejo que o atesta e comprova).
A estadia de Salazar nunca interferiu ou coincidiu com o período de férias das alunas. O ditador pagava em escudos, do seu bolso, e de acordo com os preços de época alta da Linha do Estoril os dias que permanecia de férias.
Em ditadura, o poder político respeitou o IO. Em democracia há um assalto à fortaleza para ganhar milhares de euros, há um total desrespeito pelo património histórico e educativo que representa o Instituto de Odivelas - Infante D. Afonso.
O poder político central e poder local ignoram deliberadamente a história e as vivências de um sítio histórico. Trata-se de uma amnésia histórica propositada, mas a memória não se apaga.
E tudo o MDN levou...
Obstinadamente, contra a vontade de alunas, pais, antigas alunas e comunidade Odivelense, o Ministério da Defesa Nacional (MDN) encerrou o Instituto de Odivelas (IO) e começou a distribuir o seu património: o MDN disse que iria devolver à população (!) o mosteiro de São Dinis, onde a escola funcionava – irá para a Câmara de Odivelas (CMO)? O Forte de Santo António do Estoril, cedido em 1919 ao IO para colónia de férias das alunas, irá para Câmara de Cascais (CMC).
O Infante D. Afonso nasceu há 150 anos
No dia 31 de Julho de 1865 nasceu o segundo filho da rainha D. Maria Pia e do rei D. Luís no Palácio da Ajuda, em Lisboa. De seu nome completo: Afonso Henrique Maria Luís Pedro de Alcântara Carlos Humberto Amadeu Fernando António Miguel Rafael Gabriel Gonzaga Xavier Francisco de Assis João Augusto Júlio Valfando Inácio de Saxe-Coburgo-Gotha e Bragança.
O também Duque do Porto e Condestável do Reino, juntamente com a rainha-mãe, foi o fundador da escola com 115 anos que agora o Governo de Portugal pretende extinguir. Foi, igualmente, general de divisão do exército português e inspector-geral da arma de Artilharia e, ainda, Comandante Honorário dos Bombeiros Voluntários da Ajuda. Ficou conhecido pela alcunha do Arreda, pois na época seria o que dizia aos transeuntes da Calçada da Ajuda e de outras ruas de Lisboa quando conduzia o seu automóvel. Foi, então, o responsável pela organização das primeiras corridas de automóvel, em Portugal. Representou o irmão, o rei D. Carlos e depois o sobrinho, o rei D. Manuel II, em Portugal e no estrangeiro, em missões oficiais. Exilado desde 1910 em Itália, terra da sua mãe, casou em 1917, em Madrid, com uma cidadã americana - Nevada Stoody Hayes. O casal não teve filhos.
O Infante D. Afonso morreu a 21 de Fevereiro de 1920 em Nápoles, Itália. O seu túmulo encontra-se no Panteão da Dinastia de Bragança, no Mosteiro de S. Vicente de Fora, em Lisboa.
O também Duque do Porto e Condestável do Reino, juntamente com a rainha-mãe, foi o fundador da escola com 115 anos que agora o Governo de Portugal pretende extinguir. Foi, igualmente, general de divisão do exército português e inspector-geral da arma de Artilharia e, ainda, Comandante Honorário dos Bombeiros Voluntários da Ajuda. Ficou conhecido pela alcunha do Arreda, pois na época seria o que dizia aos transeuntes da Calçada da Ajuda e de outras ruas de Lisboa quando conduzia o seu automóvel. Foi, então, o responsável pela organização das primeiras corridas de automóvel, em Portugal. Representou o irmão, o rei D. Carlos e depois o sobrinho, o rei D. Manuel II, em Portugal e no estrangeiro, em missões oficiais. Exilado desde 1910 em Itália, terra da sua mãe, casou em 1917, em Madrid, com uma cidadã americana - Nevada Stoody Hayes. O casal não teve filhos.
O Infante D. Afonso morreu a 21 de Fevereiro de 1920 em Nápoles, Itália. O seu túmulo encontra-se no Panteão da Dinastia de Bragança, no Mosteiro de S. Vicente de Fora, em Lisboa.
2 de agosto de 2015
Tabela Periódica do IO
Alunas do IO, sob a orientação da prof. Teresa Pericão, construiram uma tabela periódica de grandes dimensões (cerca de 8 metros quadrados). Pedimos às autoras, alunas do 8º ano do ano lectivo 91/92, que identifiquem o elemento químico que desenharam, usando o espaço de comentários deste blog.
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