Hoje, dia do aniversário do Papa Francisco, não queremos deixar de lembrar a carta de apoio e a Benção Apostólica que ele enviou às Meninas de Odivelas.
Blog pela manutenção do "Instituto de Odivelas" (IO) como uma Escola de Excelência. A missão do IO é ministrar os cursos de ensino básico e secundário destinados a filhas de militares e civis, em regime de internato e externato, e assegurar a formação militar de base. O IO possui um projecto educativo com oferta alargada, com separação de género, em ambiente escola-família. O IO educa numa cultura de lealdade, coragem, honra, respeito, rigor, exigência e excelência.
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17 de dezembro de 2014
16 de dezembro de 2014
1905
11 de dezembro de 2014
10 de dezembro de 2014
Descubra as diferenças no IO
As árvores cresceram, os prédios ocuparam os montes antes com oliveiras e moinhos...
A piscina tem uma cobertura colocada
no século XXI.
As instalações do Instituto de
Odivelas encontram-se há décadas em excelente estado de conservação.
O Instituto de Odivelas preserva
desde o início do século XX um monumento que remonta ao século XIII.
As obras de melhoramento foram
efetuadas sem descaracterizar o todo harmonioso que é o Mosteiro/Instituto de
Odivelas.
Quem quer destruir o Instituto de
Odivelas, sob a capa da economia e do género?
A quem interessam as instalações do
Instituto de Odivelas?
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| Piscina nos anos 50 |
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| Piscina na actualidade |
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| Exterior das camaratas |
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| Interior das camaratas |
8 de dezembro de 2014
1940 - Uma história que o Governo de Portugal quer apagar…
Hoje ainda é feriado em Portugal:
dia 8 de Dezembro, dia de Nossa Senhora da Conceição num país de matriz
judaico-cristã, durante muitos anos, este foi o dia em que se homenageavam
todas as mães, a escassas semanas do Natal.
Nossa
Senhora da Conceição
foi coroada Rainha de Portugal pelo rei
D. João IV. Desde então até ao último rei de Portugal, nenhum monarca
ostentou mais uma coroa na cabeça. Séculos depois, em 1900, o Infante D. Afonso e a Rainha Dona Maria
Pia patrocinaram a fundação do Instituto de Odivelas. Esta mãe do Rei D.
Carlos ofereceu às alunas do Instituto de Odivelas uma imagem de alabastro de
Nossa Senhora da Conceição.
Veio a República e a senhora D. Ilda Vieira, antiga aluna e antiga
funcionária centenária a viver atualmente no Lar da Antigas Alunas, testemunhou os cultos mantidos em segredo e
a imagem escondida fora da igreja do Mosteiro de Odivelas devido aos ímpetos
anticlericais dos Governos da I República. Pouco e pouco, este clima
antirreligioso amenizou. Mais tarde, o Estado Novo entrou no Instituto de Odivelas,
mas não o descaracterizou. O cardeal Cerejeira presidiu a cerimónias religiosas no Mosteiro de Odivelas, Salazar requisitou o Forte de Santo António do
Estoril, a colónia de férias das alunas do IO, para residência de férias.
Já em democracia e no século XXI, o
Instituto de Odivelas viveu um período de abertura religiosa à comunidade, em
especial durante os últimos sete ou oito anos. O Major e Capelão António Borges ficará para sempre no coração da
comunidade escolar e da comunidade odivelense. As suas missas tocantes e
originais, o seu trabalho catequético e ecuménico junto das alunas e o seu
trabalho espiritual e social em Odivelas demonstram como o Instituto de Odivelas é,
verdadeiramente, uma instituição
educativa com legitimidade histórica.
A
História do Instituto de Odivelas faz parte da História local e da História
nacional. Não o reconhecer e não o respeitar é ignorar e desfazer a História.
Entretanto, Nossa Senhora da
Conceição, sob a abóbada gótica e ogival tem uma “aliada” no exterior, no Largo
D. Dinis: talvez miraculosamente, o manto de rosas que antigas alunas colocaram na estátua da Rainha Santa Isabel
continua incólume ao sol e ao calor, à chuva e ao vento. Duas mulheres, uma
celeste e uma terrena que alcançou santidade devem, porventura, velar pelas milhares de antigas e atuais alunas
que hoje o Poder em Portugal insiste em querer "esconder" para,
em segredo, preparar outro destino muito diferente do que os antepassados e
egrégios avós uniram: o Mosteiro de Odivelas e o Instituto de Odivelas.
Pelo
Instituto lutar!
M.C.
8 de Dezembro de 2014
5 de dezembro de 2014
Já é Natal!
No Instituto de Odivelas celebra-se o Natal seguindo a matriz judaico-cristã, mas num espírito de liberdade e de tolerância: ao longo de décadas, alunas muçulmanas, hindus, evangélicas, sem religião, fizeram presépios e árvores de Natal para a tradicional exposição de motivos de Natal.
Aqui ficam algumas fotografias de trabalhos feitos pelas alunas do Instituto de Odivelas:
25 de novembro de 2014
Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra as Mulheres
Hoje, Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra as Mulheres, não nos podemos esquecer da violência que está a ser cometida contra todas as alunas, antigas alunas e futuras alunas do Instituto de Odivelas:
- elas - e só elas - estão a ser privadas da sua escola
- elas - e só elas - estão a ser privadas de internato (mantendo-se 2 internatos masculinos públicos)
- elas - e só elas - estão a ser impedidas de manter os níveis de excelência escolar a que se habituaram
- elas - e só elas - estão ser privadas de um projecto educativo com provas dadas há 115 anos
- elas - e só elas - estão a ser afastadas da sua escola e obrigadas a viver numa escola masculina
- elas - e só elas - estão a ser obrigadas a deslocações diárias entre duas escolas, desvirtuando por completo aquilo que é um regime de internato
- elas - e só elas - estão a ser privadas da oportunidade de educação diferenciada
- elas - e só elas - estão a ser privadas dos seus tempos de estudo e lazer
- elas - e só elas - não estão a ter o seu superior interesse defendido pelor órgãos legislativos (como manda a Convenção dos Direitos da Criança, ratificada por Portugal em 1990)
- elas - e só elas - não foram ouvidas num processo administrativo que lhes diz directamente respeito (mais uma vez, ao contrário da Convenção dos Direitos da Criança, ratificada por Portugal em 1990)
- elas - e só elas - estão a ser privadas de uma dimensão estruturante do seu passado e da sua identidade pessoal
- elas - e só elas - estão a ser discriminadas, ao ser-lhes imposto um modelo masculino, sem respeito pelo direito à diferença
O Estado Português, através do MDN, está a promover a discriminação e a violência contra todas as alunas, antigas alunas e futuras alunas que queiram optar pelo ensino diferenciado e pelo regime de internato.
- elas - e só elas - estão a ser privadas da sua escola
- elas - e só elas - estão a ser privadas de internato (mantendo-se 2 internatos masculinos públicos)
- elas - e só elas - estão a ser impedidas de manter os níveis de excelência escolar a que se habituaram
- elas - e só elas - estão ser privadas de um projecto educativo com provas dadas há 115 anos
- elas - e só elas - estão a ser afastadas da sua escola e obrigadas a viver numa escola masculina
- elas - e só elas - estão a ser obrigadas a deslocações diárias entre duas escolas, desvirtuando por completo aquilo que é um regime de internato
- elas - e só elas - estão a ser privadas da oportunidade de educação diferenciada
- elas - e só elas - estão a ser privadas dos seus tempos de estudo e lazer
- elas - e só elas - não estão a ter o seu superior interesse defendido pelor órgãos legislativos (como manda a Convenção dos Direitos da Criança, ratificada por Portugal em 1990)
- elas - e só elas - não foram ouvidas num processo administrativo que lhes diz directamente respeito (mais uma vez, ao contrário da Convenção dos Direitos da Criança, ratificada por Portugal em 1990)
- elas - e só elas - estão a ser privadas de uma dimensão estruturante do seu passado e da sua identidade pessoal
- elas - e só elas - estão a ser discriminadas, ao ser-lhes imposto um modelo masculino, sem respeito pelo direito à diferença
O Estado Português, através do MDN, está a promover a discriminação e a violência contra todas as alunas, antigas alunas e futuras alunas que queiram optar pelo ensino diferenciado e pelo regime de internato.
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